Pretty Little Liars- Maldosas

Bom, eu iria postar sobre o filme Best Player, que eu assisti semana retrasada! Mas eu fiquei com preguicinha =S

Felizmente, eu terminei hoje o livro Maldosas, da coleção Pretty Little Liars (aquela que inspirou a série que acabou no Boomerang essa semana), da Sara Shepard e traduzido por Fal Azevedo.

Eu tentei ver os primeiros episódios da série, legendados (porque qualquer coisa que é dublada e não é desenho animado eu me recuso a ver), mas a série é uma porcaria! O enredo é legal, as atrizes são ótimas, mas tudo acontece tão rápido e tão monotonamente que eu fiquei com sono assistindo. Mas a história é legal, então eu comprei ontem o livro na Saraiva e acabei hoje!

Eu fiquei pensando muito antes de postar a resenha aqui, porque a maioria das pessoas já sabe quem é a Alison e talz, mas eu não sei quem é ela porque eu me recuso a ver a série. Então, não falem nada.

Aí, eu falei com algumas amigas minhas e elas não conheciam nem a série, nem o livro! Especificamente, duas amigas. Bom, então resolvi postar =D

Essa é a primeira edição do livro =3

(adorei essa capa!)

Resenha: Aria, Emily, Hanna, Spencer e Alison eram melhores amigas. O grupinho mais popular de Rosewood, apesar de Alison ser a mais desejada e a mais invejada. Na verdade, ela sabia todos os segredos de suas melhores amigas- mas elas não sabiam nada de Ali. Numa noite, onde estavam todas reunidas, fazendo uma “festinha” particular, apenas elas, Ali acaba desaparecendo. O primeiro capítulo acontece três anos depois. Todas estavam muito mudadas e acabaram separando-se. Aria mudara-se para a Islândia logo após o desaparecimento de Alison. Misteriosamente, todas começaram a receber mensagens de textos de uma tal de A– a assinatura de Ali. E esses torpedos, emails, cartas e bilhetes contavam todos os segredos que essa morta revelara. “Mas…como? Ali havia sido enterrada! Isso é impossível!”- você pode pensar. Não, isso não é impossível.

Minha nota: Cinco estrelinhas e meia! Ao contrário do livro Coração de Tinta, a autora é apressada no começo. Depois, ela vai se acalmando e o livro vai ficando muito legal! O ruim também é que a Sara vai, ãh, começar a contar sobre a decoração que um local tem. Você começa a sentir sono. Ela não consegue descrever isso! Mas, o livro é ótimo, e cada capítulo é a visão de uma personagem. Enfim, a Sara consegue transpassar as emoções das meninas para nós.

E eu reclamei que a série é muito rápida, porque o começo é rápido. Mas, ainda assim a série é um cocô de elefante.

Mas ainda assim a capa é legal.

Tchau

P.S: Acesse o blog MULHER GOSTA DE FALAR! Tem resenhas maravilhosas!

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Coração de Tinta

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Olá pessoas! =D

Como estão?

Desculpem-me pela falta de atualizações, mas eu estava meio ocupada (e as provas já já irão começar!) .

Mas, enfim, finalmente eu terminei o livro que eu tava lendo, o Coração de Tinta (originalmente, Tintenherz), da Cornelia Funke e traduzido por Sonali Bertuol. Aliás, a editora é a Companhia das Letras.

Vocês já devem ter visto o filme, né? Eu nunca vi (devo ser a única!) o filme, só li o livro.

Mas enfim….

Resenha: Meggie estava calma, numa noite fatídica, quando vê um estranho olhando para sua casa fixamente. Morrendo de medo, ela corre até seu pai, Mo, e conta que há um homem muito enigmático olhando para a casa. Quando seu pai vê, manda Meggie ir para a cama imediatamente e atende o homem gentilmente. Depois de um tempo, ela descobre que o homem é Dedo Empoeirado, e ele vive chamando Mo de Língua Encantanda, por quê? Pois o pai de Meggie, quando lê algo em voz alta, tranforma-o em realidade (mas só quando seu poder quer). E Dedo Empoeirado está insistindo por anos que Mo o ajude a voltar, pois ele acabou puxando Dedo Empoeirado, Capricórnio e Basta (os dois piores vilões que podem existir) do livro Coração de Tinta para a realidade. E Capricórnio ainda está procurando Mo, pois ele quer que Língua Encantada traga um amigo seu para cá. Se não, Capricórnio pode matá-lo junto com sua filhinha e Dedo Empoeirado. Mas esse amigo na verdade pode ser pior que esse vilão com nome de um signo. (primero volume da trilogia Mundo da Tinta).

Minha opinião: Não foi transformado em filme á toa! Livro liindo, maravilhoso, eu adorei ele! O jeito que cada capítulo é contado, ah, maravilhoso! A única coisa ruim é que eu acho que a autora, no finalzinho do livro, pensou assim: “Agora eu vou apressar toda essa bagaça!” e ela conta as coisas tão apressadas que você fica confuso, eu tive que reler várias vezes as últimas partes.

Porém,eu adorei esse livro! 🙂

Vocês podem encontrar ele para comprar na Livraria Cultura (http://www.livrariacultura.com.br/scripts/index.asp), foi onde eu comprei, pela internet mesmo! Quer dizer, minha mãe. (*risadas*)

Avisos:

Temos, agora, um canal no Youtube! http://www.youtube.com/user/067Bianca?feature=mhee

Eu acho que vou postar, algumas vezes, algumas frases rapidinhas, do tipo Tumblr, sacas? =D

Durmam com isso que eu recebi por email:

O material escolar mais barato que existe na praça é o

PROFESSOR!

É jovem, não tem experiência.

É velho, está superado.

Não tem automóvel, é um pobre coitado.

Tem automóvel, chora de “barriga cheia’.

Fala em voz alta, vive gritando.

Fala em tom normal, ninguém escuta.

Não falta ao colégio, é um ‘caxias’.

Precisa faltar, é um ‘turista’.

Conversa com os outros professores, está ‘malhando’ os alunos.

Não conversa, é um desligado.

Dá muita matéria, não tem dó do aluno.

Dá pouca matéria, não prepara os alunos.

Brinca com a turma, é metido a engraçado.

Não brinca com a turma, é um chato.

Chama a atenção, é um grosso.

Não chama a atenção, não sabe se impor.

A prova é longa, não dá tempo.

A prova é curta, tira as chances do aluno.

Escreve muito, não explica.

Explica muito, o caderno não tem nada.

Fala corretamente, ninguém entende.

Fala a ‘língua’ do aluno, não tem vocabulário.

Exige, é rude.

Elogia, é debochado.

O aluno é reprovado, é perseguição.

O aluno é aprovado, deu ‘mole’.

É, o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!

Esta é para ser repassada mesmo.

Jô Soares

      Boa-noite =D

Amigos/Amigas/Papo

Boa tarde, moçada! =D Bom, continuo com zero livros para postar, também porque ainda estou lendo o Coração de Tinta. Mas, hoje, como todo mundo sabe, foram as voltas as aulas! Eu admito, não estava muito empolgada, mas assim que vi minhas duas melhores amigas caminhando alegremente no pátio e dei um abraço de urso nelas, tudo ficou bem! Também porque segunda-feira tem Língua Portuguesa e Matemática 🙂 Eu gosto de Português!

Enfim, eu fiz dupla com uma amiga e nosso objetivo era: criar uma crônica inspirada na crônica AMIGOS, de LUIS FERNANDO VERÍSSIMO. Tendo a professora gostado muito da nossa crônica, resolvi postar a crônica de Luis Fernando Veríssimo e, logo após, a nossa, para ver se vocês gostam também =D Cá está:

Amigos (Luis Fernando Veríssimo)

Os dois eram grandes amigos. Amigos de infância. Amigos de adolescência. Amigos de primeiras aventuras. Amigos de se verem todos os dias. Até mais ou menos os vinte e cinco anos. Aí, por uma destas coisas da vida- e como a vida tem coisas!-, passaram muitos anos sem se ver. Até que um dia.

Um dia se cruzaram na rua. Um ia numa direção, o outro na outra. Os dois se olharam, caminharam mais alguns passos e se viraram ao mesmo tempo, como se fosse coreografado. Tinham-se reconhecidos.

-Eu não acredito!

-Não pode ser!

Caíram um nos braços do outro. Foi um abraço demorado e emocionado.

Deram-se tantos tapas nas costas quantos tinham sido os anos de separação.

-Deixa eu te ver!

-Estamos aí.

-Mas você está careca!

-Pois é.

-E aquele bom cabelo?

-Se foi…

-Aquela cabeleira.

-Muito Gumex…

-Fazia um sucesso.

-Pois é.

-Puxa. Deixa eu ver atrás.

Ele se virou para mostrar a careca atrás. O outro exclamou:

-Completamente careca!

-E você?

-Espera aí. O cabelo está todo aqui. Um pouco grisalho, mas firme.

-E essa barriga?

-O que é que eu vou fazer?

-Boa vida…

-Mais ou menos…

-Uma senhora barriga…

-Nem tanto.

-Aposto que futebol, com essa barriga.

-Nunca mais.

-E você era bom, hein? Um boião.

-O que é isso!

-Agora tá com a bola na barriga.

-Você também.

-Barriga, eu?

-Quase do tamanho da minha.

-O que é isso?

-Respeitável.

-Quem te dera um corpo como o meu.

-Mas eu estou com todo o cabelo.

-Estou vendo umas entradas aí.

-O seu só teve saída.

Ele se dobra de rir da própria piada. O outro muda de assunto.

-Faz o quê? Vinte anos?

-Vinte e cinco. No mínimo.

-Você mudou um bocado.

-Você também.

-Você acha?

-Careca…

-De novo a careca? Mas é fixação.

-Desculpe, eu…

-Esquece a minha careca.

-Não sabia que você tinha complexo.

-Não tenho complexo. Mas não precisa ficar falando só na careca, só na careca. Eu estou falando nessa barriga indecente? Nessas rugas?

-Que rugas?

-Ora, que rugas.

-Não. Que rugas?

-Meu Deus, sua cara está que é um cotovelo.

-Espera um pouquinho…

-E essa barriga? Você não se cuida, não?

-Me cuido mais que você.

-Eu faço ginástica, meu caro. Corro todos os dias. Tenho uma saúde de cavalo.

-É. Só falta a crina.

-Pelo menos não tenho barriga de baiana.

-E isso o que é?

-Não me cutuca.

-Me diz. O que é? Enchimento?

-Não me cutuca!

-E esses óculos são pra quê? Vista cansada? Eu não uso óculos.

-É por isso que está vendo barriga onde não tem.

-Claro, claro. Vai ver você tem cabelo e eu é que não estou enxergando.

-Cabelo outra vez! Mas isso já é obsessão. Eu, se fosse você, procurava um médico.

-Vá você, que está precisando. Se bem que velhice não tem cura.

-Quem é que é velho?

-Ora, faça-me o favor.

-Velho é você.

-Você.

-Você.

-Você!

-Ruína humana.

-Ruína, não.

-Ruína!

-Múmia!

-Ah, é? Ah, é?

-Cacareco! Ou será cacareca?

-Saia da minha frente!

Separaram-se, furiosos. Inimigos para o resto da vida.

 

Agora, a minha e a da Luisa (minha amiga :)):

                                      Amigas (Bianca M. e Luisa P.)


            Eram melhores amigas. Quase irmãs. Dividiram o mesmo diário por quatro anos, e quem dissesse que elas não eram as melhores amigas estaria realmente mentindo. Infelizmente, elas acabaram se separando e só vieram de se encontrar hoje, no shopping. Se esbarraram e logo se reconheceram.

-Ai. meu. Deus!!

-É você mesmo?

-Sou. Quanto tempo!

-E aí, está bem?

-Claro! Casou?

-Lógico, né, amiga? E você? Já casou?

-Já! Tenho dois filhos!

-Eu não. Odeio crianças. Elas são irritantes e te deixam gorda e com o cabelo grisalho. Eu não daria meu cabelo por nada!- e mexeu levemente no cabelo.

-Pelo menos não sou esquelética.

De repente, os maridos das duas chegaram e um deles falou:

-Amor, vi você conversando com essa senhora e…

-Senhora?! Você me acha uma senhora?! Sua mulher tem quanto? 60 anos? Porque parece!

-Quê??? Você acha que pode dar uma de jovem?

-Mais jovem que você! Você tem pneuzinho! Eu não!

-Pelo menos, eu não tenho dente de roedor!

-Retire o que você disse, mocinha!… Ops! Ah, desculpe, vovozinha!

-Ah, mulher!

E começou a puxação de cabelos. Sapatos pra lá e pra cá, no meio do shopping, ao vivo e em cores. Uma luta livre! Os maridos tentaram separá-las, mas em briga de mulher não se mete a colher!

E elas nunca mais se viram na vida.

 

E aí? Gostaram? Esse é o Luis Fernando Veríssimo:

De graça, outra crônica legal que achei dele, chamada Papos:

– Me disseram…
– Disseram-me.
– Hein?
– O correto e “disseram-me”. Não “me disseram”.
– Eu falo como quero. E te digo mais… Ou é “digo-te”? – O quê?
– Digo-te que você…
– O “te” e o “você” não combinam.
– Lhe digo?
– Também não. O que você ia me dizer?
– Que você está sendo grosseiro, pedante e chato. E que eu vou te partir a
cara. Lhe partir a cara. Partir a sua cara. Como é que se diz?
– Partir-te a cara.
– Pois é. Parti-la hei de, se você não parar de me corrigir. Ou corrigir-me.
– É para o seu bem.
– Dispenso as suas correções. Vê se esquece-me. Falo como bem entender.
Mais uma correção e eu…
– O quê?
– O mato.
– Que mato?
– Mato-o. Mato-lhe. Mato você. Matar-lhe-ei-te. Ouviu bem?
– Pois esqueça-o e pára-te. Pronome no lugar certo e elitismo!
– Se você prefere falar errado…
– Falo como todo mundo fala. O importante é me entenderem. Ou
entenderem-me?
– No caso… não sei.
– Ah, não sabe? Não o sabes? Sabes-lo não?
– Esquece.
– Não. Como “esquece”? Você prefere falar errado? E o certo é “esquece” ou
“esqueça”? Ilumine-me. Me diga. Ensines-lo-me, vamos.
– Depende.
– Depende. Perfeito. Não o sabes. Ensinar-me-lo-ias se o soubesses, mas não
sabes-o.
– Está bem, está bem. Desculpe. Fale como quiser.
– Agradeço-lhe a permissão para falar errado que mas dás. Mas não posso
mais dizer-lo-te o que dizer-te-ia.
– Por que?
– Porque, com todo este papo, esqueci-lo.

 

Hahahah! 🙂

Ele é muito bom! E aí, gostaram? Acharam algo errado? Se vocês fossem dar nota ao autor (e a mim e a Luisa!) que nota vocês dariam? Beijos! :*